Voltar > Como manter um bom relacionamento entre uma grande empresa e bancos?

Manter o equilíbrio financeiro é algo delicado para todo tipo de empresa. Ainda assim, é fundamental: afinal, baseado nele está a possibilidade da manutenção saudável das contas da empresa e suas perspectivas de crescimento.

Para garantir que essa condição se mantenha sob controle, é importante que os gestores tenham relações saudáveis com seus parceiros comerciais. E, dentre estes entes, os bancos são, sem dúvida, parceiros de peso a serem destacados.

Dependendo de como for o relacionamento entre empresas e bancos, o futuro do negócio pode ser mais favorecido, ou não. Pensando nisso, elaboramos este post com os principais aspectos a se considerar para que a relação entre grandes empresas e um banco seja saudável e eficiente para os negócios. Continue lendo e confira!

Conheça bem a sua empresa

Em primeiro lugar, o relacionamento entre uma empresa e o banco somente pode ser avaliado como positivo ou vantajoso se o gestor do negócio sabe os números do próprio negócio.

Sem uma noção muito boa dos valores transacionados, dos volumes aplicados, das taxas pagas e de outras informações do tipo, a negociação junto ao um ente bancário sempre será menos proveitosa.

Assim, para que se consiga mais chances de ter boas negociações e uma relação mais estreita e duradoura com o banco, que ofereça benefícios para ambos os lados, o gestor precisa saber tanto das suas necessidades como do que ele tem a oferecer em troca para o gerente do banco.

Quanto mais informações, melhores serão as chances dessa parceria dar certo.

Conheça as taxas dos outros bancos

De fato, todo bom acordo comercial precisa ser vantajoso a todas as partes envolvidas. E, para avaliar se uma negociação está sendo bem-sucedida, não basta ter um “bom feeling é necessário ter a certeza de que os números estão confirmando essa condição.

Em outras palavras, para que se possa ter a certeza de que o gerente do banco está realmente empenhado em oferecer condições diferenciadas à sua empresa, também é preciso conhecer as outras opções disponíveis no mercado.

Além de aumentar o poder de negociação do gestor da empresa, o devido conhecimento do que é praticado por outros bancos denunciará o quanto se pode confiar quando um gerente fizer comparações entre as taxas do próprio banco e do mercado. Aliás, uma boa forma de obter esse conhecimento é ter contas em outros bancos.

Tenha contas em outros bancos

Muitos não sabem, mas há uma forma de o gerente do banco em que a empresa tem conta saber, por meio do seu sistema bancário, se esta mesma empresa tem contas em bancos concorrentes.

A princípio, pode parecer que isso atrapalha um pouco a relação entre empresas e bancos, mas é mesmo importante que o gerente saiba que o gestor conhece bem as taxas e opções oferecidas pelo mercado.

Por outro lado, também é importante lembrar que quanto mais centralizadas as contas da empresa estiverem em uma única instituição financeira, melhor será o seu relacionamento com o banco.

Sendo assim, o gerente pode saber que existe uma ou outra conta vinculada a outros bancos, mas que isso não implique em grandes movimentações. Essas contas devem servir somente de alerta para que ele se mantenha empenhado em te oferecer soluções e serviços com um bom nível de competitividade.

Seja próximo do seu gerente

Normalmente, esse é o primeiro pensamento que todo gestor tem quando se busca um bom relacionamento entre empresa e banco. E é realmente algo muito importante — desde que sempre antecedido das instruções listadas acima.

Qualquer relação de negócios, em maior ou menor grau, acaba criando algum nível de intimidade e fluidez no relacionamento. Mas é primordial saber avaliar profissionalmente, em primeiro lugar, esses relacionamentos, e quais benefícios comerciais eles trazem consigo.

Por isso, somente depois de conhecer bem o cenário, as opções e a real disponibilidade que o banco tem a oferecer é que se deve investir em um relacionamento mais próximo. De maneira a não perder de vista os benefícios mútuos, o vínculo entre gestor do negócio e gerente do banco poderão ser aprofundados.

Nessa relação, também é natural que alguns favores sejam trocados, como a liberação de taxas mais interessantes para a empresa em troca da contratação de alguns serviços oferecidos pelo banco, por exemplo, para que o gerente consiga atingir algumas de suas metas.

O fundamental é que os dois lados obtenham benefícios reais, e tirem proveito do que têm a oferecer ao outro.

Pague empréstimos e outras obrigações em dia

Bancos lucram bastante com empresas que atrasam seus pagamentos — juros e multas aplicadas são uma fonte de renda muito interessante. E, além de aumentar a lucratividade do banco, elas servirão de base para novas operações e majorarão os custos de quem tem por hábito descumprir prazos.

Bom, evidentemente, não se pode esquecer de que uma empresa que não paga o que deve a um banco gera gastos com a execução de garantias, sem contar nos riscos de perdas. Nesse cenário, o gestor da empresa, que pretende ter uma boa relação com o seu banco, deve evitar cair nessas situações de atraso.

Ainda que o gerente do banco tenha uma margem de manobra e possa oferecer condições mais interessantes de taxas para empresas de melhor relacionamento, o sistema do banco pode acabar diminuindo muito esta margem.

Assim, lembre-se de que um bom relacionamento depende de uma situação estável e controlada, ao ponto de o banco sentir firmeza em fazer concessões relevantes.

Avise sobre operações maiores com antecedência

Por fim, vale ressaltar que certas operações internas do banco dependem de mecanismos e autorizações específicas.

Elas podem demorar um pouco mais para ser aprovadas, mas, geralmente, estão atreladas a melhores taxas de rendimentos ou a menores custos de manutenção. Tudo isso porque, naturalmente, os valores transacionados tendem a ser maiores.

Logo, para conseguir facilitar um pouco mais a função do gerente, o gestor da empresa cliente deve sinalizar possíveis movimentações de maior porte, assim como a necessidade de linhas de crédito.

Esse tempo extra dará melhores condições de o gerente se organizar para conseguir atender a empresa parceira quanto a benefícios mais competitivos, se comparados a algumas movimentações feitas de imediato.

Bom, como foi possível notar até aqui, um bom relacionamento entre empresas e bancos é baseado em algumas práticas. Dentre elas:

  • conhecer a própria empresa e o mercado;
  • mostrar ao banco que se detém esse tipo de conhecimento;
  • manter um bom volume de operações sadias centralizadas com o gerente;
  • e fazer contatos periódicos para que ele esteja preparado para ajudar em uma negociação de interesse mútuo.

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